quinta-feira, 5 de março de 2009

Futuro Evel

Minha irmã, 7 anos mais nova, havia ganhado um velotrol. Morávamos numa ladeira de paralelepípedos, muito íngreme.

Em poucos dias estavamos arriscando descer a ladeira no velotrol da maninha.

Obviamente, depois da 5 ou sexta descida, já tendo desenvolvido "a manha", já queríamos aprimorar o risco.

Não deu outra: uma tábua de obra, uns caixotes empilhados embaixo, lá vai o Lordinho, a la Evel Knievel...

O velotrol acelera, levanto as pernas, a velocidade aumenta, a rampa se aproxima... Fui com tudo !

Acontece que a tábua era estreita, e apesar da velocidade, a traseira do triciclo encalhou na tábua, travou, e la vai Lordinho, velotrol, tábua, caixotes, tudo voando meio junto, meio embolado.

Resultado:
12 pontos na perna, 3 na mão, e um mega-galo na cabeça.
Velotrol com garfo quebrado, pedal empendo, guidão faltando uma lasca.
Lordinho 2 semanas de castigo em casa, sem poder sair pra brincar na rua...

Um comentário:

Carlos Ábila disse...

Eu tive um igual a este da foto, e a rua que morava era descida e sem saída, imagina só as descidas que fazíamos, era joelho e pernas raladas direto!!!
bom tempo!!!!!

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