sábado, 27 de março de 2010

Quem vai mandar nessa porra agora SOU EU...



Caso F.T.D. - Harley Davidson vs Grupo Izzo


Harley Davidson vai à Justiça no Brasil

Fabricante americana conseguiu liminar para quebrar contrato com empresa do Grupo Izzo, distribuidora exclusiva das motos no País

Melina Costa, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO -
A fabricante americana de motos Harley Davidson conseguiu na Justiça uma liminar para rescindir seus contratos com seu distribuidor exclusivo no Brasil, a empresa HDSP Comércio de Veículos, pertencente ao Grupo Izzo. Segundo a decisão, publicada no último dia 12, a rede de concessionárias continuará a comercializar os produtos da marca Harley Davidson por um prazo de 120 dias. "Esse tempo será usado para a busca de novos parceiros comerciais. A Harley Davidson não vai paralisar suas atividades no Brasil", diz Celso Caldas Martins Xavier, sócio do escritório Demarest&Almeida e representante da Harley Davidson. O Grupo Izzo informou que vai pedir a reconsideração do juiz e recorrer da decisão.

Segundo a ação judicial a que o Estado teve acesso, um dos principais argumentos da Harley Davidson para pedir a quebra do contrato foi a suposta violação do acordo de exclusividade entre as partes. A HDSP teria vendido motos e produtos de marcas como Ducati, Benelli, Malaguti, Polaris e Husqvarna. No processo, os advogados da empresa americana citam cupons fiscais da compra de produtos de concorrentes em que constam o CNPJ da HDSP. Consultado, Paulo Izzo, representante do Grupo Izzo, afirmou que não vende marcas diferentes da Harley Davidson sob o CNPJ da HDSP. (Será mesmo? Que tal dar uma olhada no post abaixo...)

Outro argumento apresentado pela fabricante americana diz respeito à "associação indevida da marca Harley Davidson às marcas de competidores". Na ação, são apresentados cartões de visita das lojas do Izzo em que o emblema da Harley Davidson aparece ao lado do símbolo de concorrentes. A Harley Davidson também alega que houve uma alteração na estrutura societária da HDSP, com a entrada de duas novas empresas que possuem a autorização da Superintendência da Zona Franca de Manaus para montar uma fábrica de motos da marca Triumph – o que configuraria um caso de conflito de interesses. Para ambas as acusações, Izzo informou que a HDSP "se adequou aos pedidos feitos pela Harley Davidson".

Reclamações

Por fim, a Harley Davidson baseia sua ação no suposto mau atendimento a clientes. A empresa cita que alguns consumidores chegam a esperar entre 30 e 60 dias pelo emplacamento de suas motos. O atraso seria resultado de um esquema ilegal em que a concessionária empenharia as motos já vendidas a bancos como garantia para empréstimos de fluxo de caixa. Em resposta, Izzo afirmou que o único modelo utilizado pela concessionária é o chamado "floor plan". Segundo ele, trata-se de uma estratégia legal e comum entre concessionárias de veículos em que os bancos passam a financiar a revendedora com a fábrica.

No processo, a Harley Davidson cita, ainda, diversos blogs e comunidades na internet em que consumidores reclamam da qualidade do serviço prestado pela Izzo. "Para a Harley Davidson, a satisfação do cliente é a grande prioridade. Com a frustração dos consumidores, a empresa viu que precisava agir", diz Ronald Mincheff, presidente da agência de comunicação Edelman no Brasil e porta-voz da fabricante americana.

Izzo rechaça as acusações. "Qualquer marca recebe reclamações. Somos premiados pela Harley Davidson por nosso desempenho há anos. Só em 2009, ganhamos prêmios globais da empresa de melhor design de loja, maior taxa de crescimento e excelência em serviço", diz Izzo. "Como alguém pode ganhar tanto prêmio e ser tão incompetente como a empresa diz?"

Para Izzo, a explicação para a disputa judicial movida pela fabricante americana está na intenção da Harley Davidson em mudar seu modelo de atuação no Brasil. "Fui comunicado pela matriz que a empresa queria assumir a gestão do negócio no Brasil e abrir espaço para novos concessionários antes do fim do nosso contrato, que vai até dezembro de 2015", diz. Hoje, muitas das decisões estratégicas da Harley Davidson no Brasil estão sob responsabilidade da HDSP, como a política de marketing e comercial. A Harley Davidson afirma, no entanto, que a ação contra a concessionária foi motivada apenas pelo desrespeito às regras contratuais.

Contra fatos não há argumentos...



sexta-feira, 26 de março de 2010

Fui...

Blues Etilicos






Só esse show ja vale o passeio.

Eles tocam amanhã, às 0:00hs, no evento de Rio das Ostras.

http://www.ostracycle.com.br/index.php

Pra mim, está oficialmente aberta a temporada. (E a turma que quiser pagar aquela cerva, é muito bem vinda...)

quarta-feira, 24 de março de 2010

Dodge - choose yours...



X


Joe King SpeedShop TOP TEN












When it comes to Joe King SpeedShop, helmet laws definitely not sucks.

After a lot of research I was able to make a top ten, but I do know for sure that I left behind some amazing pieces. Two of the missing ones I`m gonna make a special mention in a post below.

I´m pretty sure it makes us all proud to see an authentic brazilian product being worn by some of the most influential biker builders around the globe.

Keep rockin` bro...

Honorable Mention



Can you wonder why ???

Just beautiful...





She Deserves One More



Stray Cat






Mike The Bike



segunda-feira, 22 de março de 2010

Não se fazem mais carros como antigamente...




Chrysler 300

One helluva outshining cover...



Enfeitemos...



Time



"If you love life, don't waste time, for time is what life is made up of."
Bruce Lee

Bota mais foto de moto aí Lord...





Linda Demais


Okou

Fuscaracol

King of The Hill



Senna

domingo, 21 de março de 2010

Simply the best...





"No matter what you are, whoever you are, or what you want in your life
Dare to be different
This will be reflected in your personality, in your character
In all what you are so because of this people will remember you one day..."

- Ayrton Senna -



We all miss you.

The F1 was never the same again. Neither our Sunday mornings...

Nunca foi tão apropriado...




F.T.D.

sexta-feira, 19 de março de 2010

F.T.D. - Harley Davidson processa Grupo Izzo


Marca norte-americana requer a quebra de contrato com a empresa

Após mais de 10 anos de parceria, os negócios entre a Harley-Davidson Motor Company Inc. e o Grupo Izzo parecem estar próximos do fim. Um processo despachado na última segunda-feira (15), no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, refere-se a uma ação movido pela Harley-Davidson Motor Company, Harley-Davidson Michigan LLC e Harley-Davidson Brasil LTDA. contra a HDSP Comércio de Veículos LTDA. O processo de nº 583.00.2010.121472-2 foi publicado no Tribunal de Justiça e requer a quebra de contrato entre as empresas.

A Harley-Davidson acusa a HDSP, integrante do Grupo Izzo, de violar o contrato em alguns itens, entre eles, a comercialização de motos concorrentes da Harley-Davidson e a falta de peças em estoque. Vale ressaltar que isso ainda não é uma decisão definitiva e cabe ao Grupo Izzo se defender do processo e recorrer. Já entramos em contato tanto com o Grupo Izzo e com a Harley-Davidson, no Brasil e nos Estados Unidos, e estamos aguardando um pronunciamento oficial de ambos.

Confira o processo (5830020101214722) no site do Tribunal: www.tj.sp.gov.br

Redação Motociclismo


Em suma, a casa desabou legal. Finalmente.

Inclusive já houve deferimento de tutela antecipada para rescindir o contrato por culpa única e exclusiva da IZZO.

Quem quiser conferir e acompanhar, já que o juiz negou pedido de sigilo, basta preencher as letras e clicar em PESQUISAR e depois no número do processo.

http://www.tjsp.jus.br/PortalTJ/Paginas/Pesquisas/Primeira_Instancia/Civel/Por_comarca_civel.aspx?codForum=fJNsPqpL%2fGjQAyeETasHoA%3d%3d&anoProcesso=vLiYzAZoGKR199Wl2h%2bNRA%3d%3d&numProcesso=UplbrHOJsc3%2fHMuQrnimFA%3d%3d&Protocolo=yxLEsZJ61v7P9NR2Y2APNMJXwao6ymI%2b8epTHCRlPgARn7GpH7C%2bGtflOvzqWUC2


Abaixo segue o inteiro teor da decisão que negou o sigilo do processo e deferiu a tutela antecipada:

Despacho Proferido
Não vislumbro razão excepcional a justificar exceção ao princípio da publicidade, daí porque indefiro o pedido de sigilo. As partes estão vinculadas por contratos de distribuição, ou seja, de venda de motocicletas e acessórios produzidos pela autora, tratando-se a ré de concessionária exclusiva, que vem violando sistematicamente obrigações contratuais e legais, rompendo irremediavelmente a relação de confiança e de ética que deve nortear qualquer negócio jurídico. Com efeito, houve quebra da exclusividade, prevista na cláusula 6.2 do contrato de fls. 200/300 e 302/382 e 387/438, com prova inequívoca que a ré tem comercializado sob seu próprio nome e CNPJ, motocicletas e produtos de outras marcas concorrentes diversas, como bem se vê a fls. 524/5, especificamente em e-mail onde o diretor presidente da ré, dirigindo-se aparentemente a seu advogado fala em “criar uma estratégia para tirar todas as marcas das lojas até lá ou simplesmente nos defender”. O mesmo se observa nos cupons fiscais a fls. 742, 536/9, 546 e 566; nos cartões de visitas que exibem várias marcas ao lado da marca da autora (fls. 579/580); anúncio na Internet (fls. 552/9); nota fiscal da fábrica Ducati em nome da ré (fls. 566) e termo de inscrição de outra marca concorrente em nome da ré doc. 562/3. Com isso, associou a marca notória Harley Davidson a outras concorrentes, violando a cláusula 16.2 dos contratos de distribuição e 14.2 do contrato de distribuição de mercadorias; além de implicar em concorrência desleal, a teor do artigo 195, IV, da Lei nº 9.729/96, criando confusão nos consumidores, o que viola também os princípios do Código de Defesa do Consumidor, na medida em que induz o consumidor em erro. Tamanha a má-fé da ré, que, além de promover alteração societária sem prévia ciência e aprovação pelas autoras, infringindo os contratos entre as partes (fls. 583/596), ainda se associou com novos sócios que participam de empresa concorrente da autora, que fabricará motocicletas da marca Triumph (fls. 601 e 604/5). Não bastasse, houve outra prática espúria, qual seja, demora no emplacamento e entrega das motocicletas já vendidas nas lojas e pagas pelos consumidores, na medida em que empenhava tais veículos a alguns bancos, dentre eles o Banco Cacique e o Cruzeiro do Sul, mais uma vez violando o contrato e colocando em risco os consumidores, o que pode ser visto, inequivocamente, a fls. 608/610, 614/6, 618/665, gerando grande insatisfação entre os clientes da marca, manchando sua boa reputação. Tanto que a ré sofreu procedimento instaurado pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul, onde veio a firmar termo de compromisso de ajustamento de conduta (fls. 688). É certo, ainda que a ré foi devidamente notificada para cessar sua conduta, assim constituída em mora, no dia 11/11/2009 (fls. 475/7), no que a ré confessou o inadimplemento contratual (fls. 480/2); ao que se seguiu nova notificação (fls. 485/9), com resposta mais uma vez confessando os ilícitos (fls. 499/505), certo que tal conduta continuou mesmo depois das diversas notificações trocadas entre as partes. Evidenciado o perigo na demora, pois poderão se agravar irreparavelmente os prejuízos causados à marca da autora e a seus milhares de consumidores, mantendo-os submetidos a nefastas práticas comerciais, que atingiram até a própria Polícia Federal (fls. 757/8), que não consegue comprar peças para suas motocicletas. Assim, presentes os requisitos, concedo a tutela antecipada para, após o prazo de 120 dias, conforme § 2º do artigo 22, da Lei nº 6.729/79, declarar rescindidos os contratos por culpa única e exclusiva da ré, cessando quaisquer obrigações entre as partes. Neste período, imponho à ré a obrigação de não fazer, qual seja, que se abstenha, imediatamente de promover, anunciar, expor à venda e/ou alienar produtos de quaisquer outras marcas que não Harley Davidson, bem como utilizar a marca referida, sob qualquer forma, em conjunto com quaisquer outras pertencentes a terceiros, tudo sob pena de pagamento de multa de R$ 100.000,00 por cada ato de descumprimento, o que poderá ser comprovado por qualquer meio idôneo e executado de imediato nestes próprios autos, ainda que em apenso. Sem prejuízo de outras medidas coercitivas cabíveis, inclusive por força do Código de Defesa do Consumidor. Tendo em vista que as autoras têm patrimônio e solvência notória neste país, dispenso a prestação de caução. Cite-se e intime-se com a possível urgência. Int.


Será que finalmente teremos um dealer (ou dealers) à altura da lendária marca que comercializam?

Torcemos e esperamos todos que sim...


30 inches of pure beauty...



Bagger com dianteira aro 30. É mole ou quer mais...

2010 Cincinnati V-Twin Expo

Foto: Wagner Monteiro - Brazil Custom

Tanks a lot...










Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...