sábado, 30 de novembro de 2013

I Am The Living, Natural Man Protected By Natural Law, And My Voice Will Be Heard!!!



A Montana man, Ernie Tertegte appeared in court for fishing without a license and resisting arrest. Tertelgte told the judge “I am a living man protected by natural law and I have the right to forage for food when I am hungry… You are trying to create a fictitious, fraudulent action.”
Tertelgte told the judge, “those men (the arresting officers) were charged by me right back by staging an overthrow of the Constitution of 1789, and the overthrow  Bill of Rights, and overthrow of my rights to forage for food as a natural living person who was in hunger. I was searching for something to put in my stomach as I am recognized to be allowed to by universal law… They violated everything.”
Interesting to note that the Judge ordered him to be removed from the court, but the bailiff did not follow her orders.
Tertelge told the bailiff, “if you touch me you will be violating natural law, do not come near me.” 
When the judge told him to “shush” Tertelgte yelled,  “Do not tell me to shut up! I am the living, natural man, and my voice will be heard!”When the judge left her bench, Tertlgte said, “no way, get back here and finish this!”


See video below:


Bota mais foto de moto aí, Lord.






2 X 1 - Desjejum completo.


Lala Joy


sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Bob Tequila

Esse foi mais um que contribuiu aqui no LoM. Mais um cascudo antigo, contando causos.

Repost mais que necessário...


Outros tempos...
          Bob Tequila



Sou do tempo em que Escudados não falavam com PPs.

PP pra mim era pó e puta. Itens essenciais que esses aspirantes a alguma coisa deveriam arrumar em qualquer lugar onde eu colocasse as botas.

No meu tempo ou o seu comprometimento com o clube era de 100%, ou então rapa fora mané. Não sei bem ao certo porque raios estou tocando nesse assunto, mas acho que foi a primeira coisa que me veio à cabeça depois que meu sobrinho foi embora e deixou uma tela em branco dizendo: pronto, agora é só digitar e depois clicar em publicar.

Mais cedo estava mexendo na bicuda e comecei a ler as manchetes do jornal sujo de óleo que estava no chão. Nada que preste, como sempre. Mas descobri que em SP tem neguinho quebrando faculdade pra poder fumar bagulho. Eita geração de merda essa, acho que eles não entenderam o espírito da coisa.

Já cagado de óleo, resolvi apertar um e ficar ali, sentado no chão e pensando na vida. Lembrei de uma vez em que ainda era PP e levei uma menina pra minha sede.

Lá chegando, havia apenas um outro PP (o Penetra) e um Escudo, meu padrinho. Sorte a minha, senão teria perdido a garota. A dita cuja começou a beber, uma, duas, três ... oito latas de cerveja. Meu padrinho meteu o pé.

Surge uma cachaça e meu irmão lança a pilha errada: duvido você tomar um copo inteiro disso aqui...

Me aconcheguei num canto qualquer, apertei um, e fiquei assistindo a cena. Ela virou a porra toda, simples assim. E ao invés de arrotar, soltou a seguinte pérola: sou uma putinha e vocês querem se aproveitar de mim...

Engasguei de tanto rir. Nisso ela pega meu bagulho e dá um tapa. Meio surpreso eu perguntei: você fuma? Ela dá outro tapa e me responde antes de ir ao banheiro: tem sempre uma primeira vez...

Saiu do banheiro toda mijada, botou mais fumaça pra dentro e tentou em vão subir as escadas que levavam para o matadouro. Cafofo que ficava atrás da sede, carinhosamente assim apelidado. Ela sentava em um degrau, colocava as mãos no outro, e levantava a bunda, e assim foi até completar essa árdua missão.

Meu irmão olhou pra mim como que dizendo "toma que o filho é teu" e se mandou.

Coloquei a bicuda pra dentro, fechei a porta da sede e fui ver o que me esperava.

Ela havia fumado a porra toda e estava com os peitos pra fora querendo me agarrar. Desabou no chão, não conseguia ficar em pé. Se mijou de novo.

Tesão zero com aquela cena. Levei ela pra cama. Não pretendia comê-la, quem sabe ao menos um lanchinho...

Nada.

Ela não conseguia fazer nada. Era um peso morto rolando pelado de um lado pro outro.

Do nada, ouço o barulho da porta da sede se abrindo.

Na pressa coloco as calças sem cueca e desço as escadas. Me deparo com um escudo antigo, cara cascudo mesmo, protagonista de diversas histórias que ouvíamos enquanto PP.

Fudeu...

Então perguntei: vai dormir aí? Sem dizer uma palavra olhou pra mim como se dissesse: tá mesmo perguntando isso?

Fudeu, fudeu...

Tentando me safar de alguma forma, pensei em oferecer o peso morto pra ele, vai que se anima em dar umazinha antes de dormir. Só que nesse momento vi que ele estava acompanhando de uma mulher e uma criança. Então perguntei: elas vão dormir aqui com você?

Novamente sem dizer uma palavra olhou pra mim como se dissesse: tá de sacanagem PP?

Fudeu, fudeu, fudeu...

Então eu disse: ok, me dá uns segundinhos pra resolver uma situação. Ele nem respondeu.

Subi correndo, e comecei a cutucar a infeliz, enquanto me vestia. Ela começava a me agarrar e eu retrucava: filha, você num tá entendendo, a casa caiu, temos que rapar fora agora.

Acontece que a criatura estava pelada, de pernas abertas, não falava nada com porra alguma e mal conseguia se mexer.

Comecei a vesti-la de qualquer jeito mesmo. Puxei para fora da cama e ela deu com as costas no estrado. Parte de cima já foi. Desabou na cama de novo. Puxei de novo e mais um arranhão com as costas no estrado. Consegui vestir a parte de baixo.

Tirei ela da cama e larguei no sofá. Só que ela não perdia a mania de ficar com as pernas abertas. Nenhuma criança poderia ver aquela cena. Sem saber como tirar ela dali, liguei para o Penetra pedindo ajuda. O fiadaputa já tava no décimo sono, mas veio me ajudar.

Ele veio de carro. Fomos até aquele corpo estirado e ele me disse: segura no colo e desce as escadas. Como assim, falei, pega nos pés dela. Ele disse, não vou pegar porra nenhuma. Peguei pelas costas, com os braços no suvaco dela. Só que estávamos ambos suados e a menina foi escorregando. Comecei a rir até não aguentar e largar ela no chão.

Assim não vai dar, eu disse.

-Pega pela frente então.

Peguei pela frente e comecei a tentar descer a escada. Logo no primeiro degrau, não sei porque razão ela travou as pernas e eu não conseguia descer mais.

Nisso, o Escudo veio ver o que estava acontecendo e começou a rir. Cheio de bagulho nas idéias comecei a rir também e perdi a força. Cai na escada com ela em cima de mim.

Chorando de tanto rir, eu implorava: por favor, para de rir, senão eu não consigo.

Peguei ela de novo e começamos novamente a descer.

Mais uma vez a desgraçada empaca no meio da escada. Perdi a paciência e comecei a chutar suas canelas, para ver se as pernas se mexiam. O Penetra dizia: você está pisando nos pés dela. Foda-se, não quero nem saber, eu respondia.

Nisso chegou a mulher do Escudo e os dois caíram na gargalhada.

Perdi a força de novo e nos estabacamos escada abaixo.

Finalmente Penetra se compadeceu da minha situação e pegou os pés da menina enquanto eu segurava pelo suvaco e levamos até o carro. Naquela hora da madrugada, quem visse a cena não teria dúvidas que estávamos desovando um corpo.

Acontece que não conseguimos enfiar ela direito no carro, e eu, sem paciência alguma, dobrei as pernas dela pra cima, igual um frango assado e fechei a porta. Peguei um saco de lixo preto, para caso ela vomitasse e dei na mão do Penetra.

Vai esquartejar? ele perguntou.

Para de onda Penetra, entra nessa porra e vambora...

Na primeira esquina que viramos demos de cara com um carro da polícia interrompendo o trânsito e revistando os motoristas. Agora é que danou-se, pensamos. Dois indivíduos, um emaconhado e o outro com cara amassada de sono. Uma mulher desacordada no banco de trás, com as pernas dobradas pra cima igual frango assado. Um saco de lixo preto e grande. E, obviamente, ambos portando facas nada amistosas.

Paramos o carro alguns metros antes. Fingimos uma pane qualquer, abrimos o capô e rezamos. Rezamos para que ninguém viesse nos ajudar.

Coisa de 10 minutos depois rolou um tiroteio e os puliça se mandaram em perseguição. Aproveitamos a brecha e deixamos a garota em casa, devidamente entregue nas mãos do porteiro que disse: ih, relaxa, já estou acostumado...

O que aconteceu com ela não sei. Nem quero.

Voltei pra sede, trepei na bicuda e, no caminho pra casa, lembro-me de pensar, com satisfação:

- O Escudo não fala comigo, mas riu comigo...

Outros tempos...

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

And I'm sick of what's wrong and what's right


Enfeitemos...


Tanques Incríveis.






Dominando nos corredores...


Transformer goes Chopper


Fico imaginando o cara que investiu na robustez da BMW pra fazer uma viagem mais cascuda e termina com uma surpresa dessas...

American Dream


Hibben Legacy


Gunga - Support Your Local

As incríveis pinturas do artista plástico Gunga.

 



Contatos com o Gunga




Scram


Bota mais foto de moto aí, Lord;






Yamaha-ha-ha




domingo, 24 de novembro de 2013

Kind of Blue





there's a bluebird in my heart that
wants to get out
but I'm too tough for him,
I say, stay in there, I'm not going
to let anybody see
you.
there's a bluebird in my heart that
wants to get out
but I pour whiskey on him and inhale
cigarette smoke
and the whores and the bartenders
and the grocery clerks
never know that
he's
in there.


"Bluebird" - Bukowski

Herói da Resistência


Feriado de Zumbi dos Palmares, dia lindíssimo. Depois dos afazeres matinais, por volta das 13hs, resolvo dar um mergulho na praia antes do almoço. Praia lotada, não dedico mais de  30 minutos ao intento.

Na volta pra casa, resolvo parar num restaurante bem popular para matar a fome. Sento sozinho numa das últimas mesas vagas, e espero o demorado filé com fritas. Inevitável ficar observando as pessoas ao redor.

Vem um garotinho com uma garrafa d’água: “Amigos, amigos, água d’igreja. Água orada, olha!” E vem tomando um gole da água.

Um mais velho: “Água orada nada! Deixa o Pastor saber que você ta pecando assim.”
Ao que o pequeno responde: “Água orada sim, água orada sim!”

Óbvio que na sequência, o mais velho tenta tomar a garrafa do mais novo, que acaba caindo no chão.
“Minha água orada!!! Buáaaaa!!!” e cai no choro o menor.

Intervém a mãe: “Wesley, o que ta havendo?!? Quequesse minino ta chorando de novo?!?”
“Ele derrubou minha água oraaaadaaaauuuaaaaa!!!”

E a mãe come o pequeno num esporro: “Deixa o apóstolo saber que você ta tomando água orada! Minino pecador, você não sabe que não é pra mexer nas coisas de Jisuis!!! Tomar água orada assim sem motivo!!!...”
E tome chamada, enquanto o mais velho olha feliz da vida por ter sacaneado o pequeno, a mãe desanda com mil regras de como deve-se lidar com a tal “água orada”.

Terminada a bronca, pega o menino pelo braço e coloca de castigo sentado numa cadeira, de frente pra parede: “Agora você vai orar aí sozinho pedindo perdão a Jesus pelo seu pecado. Senão vou contar pro apóstolo que você anda tomando água orada, e você sabe o que o apóstolo vai fazer!”

O menino, derrotado, sentado de cabeça baixa parecia mesmo estar compenetrado tentando lembrar o linguajar rebuscado necessário pra conversar com o Jesus da igreja dele.

Passados uns 10 minutos, a mãe resolve alforriar o pequeno Wesley, e deixa ele sair do castigo.

Ainda com carinha de choro, Wesley vai até a garrafa caída no chão, pega, e vai em direção ao banheiro, enchê-la de novo na pia.

E na volta, passando pela minha mesa, me dá um sorriso maroto, que coloca toda aquela cena dantesca em nova perspectiva...

Porque não foi uma análise sociológica ou uma observação quanto aos interessantes meandros da religiosidade evangélica que me fizeram escrever esse texto.

Foi aquele sorriso sacana do Wesley, que no fundo me dizia: “Hay que resistir”...


Ride it like it's stolen.


Swap Meet Diablos.


Cumplicidade


É fundamental.

Knuckle time!



Dare to be different


terça-feira, 19 de novembro de 2013

Harry Kessler




Maillol estava trabalhando na escultura do Collin, quando perguntou:
"Você lê todo dia o que sai no (jornal) Mercure? Ontem, por exemplo, li um artigo que me pareceu bem engraçado, 'Em um mundo sonoro'. Todo atulhado de filosofia... nem a forma era das melhores... sem beleza nenhuma! Eu não compreendo filosofia que não seja bonita na forma. Tirando a forma, não vejo que outra utilidade a filosofia pode ter".

Citei o exemplo de Kant, o conhecimento da idealidade dos fenômenos. Maillol: "Ah é? E saber isso fez você feliz?" Respondi que a felicidade não era a única medida. Maillol: "Para mim, não existe outra meta na vida que não seja a felicidade" [...] Expliquei a ele o objetivo da filosofia científica mais recente: a fundamentação e a unificação de todas as ciências.

Maillol: "Isso eu compreendo, mas me parece bem complicado. O que eu acho é que um homem simples como eu deveria compreender a boa filosofia. Uma boa filosofia deveria proporcionar serenidade. Mas todas as que encontrei até agora só serviram para tornar os homens infelizes e tristes, para torturar seu cérebro."

Eu: "Raciocínios e análises complicadas são tão inevitáveis na filosofia como são complicados os meios de que se serve a arte."

Maillol: "É possível. Mas acho então que as conclusões deveriam ser simples, como na escultura. O trabalho que eu ponho na feitura de uma forma pode ser extraordinário, envolver milhares e milhares de planos, mas, uma vez terminada, ela deve parecer muito simples, para que mesmo aquele que não entende nada de escultura possa achá-la bonita".


"Diário" - Harry Kessler.

Bota mais foto de moto aí, Lord.






Cumplicidade


É fundamental.

Uma excelente solução para problemas no trânsito.



SPRAY DE PIMENTA XA2508 
Altamente concentrado. 


Uma solução rápida para problemas no trânsito.
Já vem pronto pra ser fixado na moto.

Que venham os dias, que das noites já to legal...




" Por isso o viajante não pode prender seu coração com demasiado firmeza a nada de singular; tem de haver nele próprio algo de errante, que encontra sua alegria na mudança e transitoriedade.

Sem dúvida sobrevêm a um tal homem noites más, em que ele está cansado e encontra fechada a porta da cidade que deveria oferecer-lhe pousada; talvez, além disso, como no Oriente, o deserto chegue até a porta, (...)

É então que cai para ele a noite pavorosa, como um segundo deserto sobre o deserto e seu coração se cansa de andança."


Nietzsche 

domingo, 17 de novembro de 2013

Flying Millyard







Allen Millyard fez seu  motor V-Twin de cinco litros com base em dois cilindros de avião Pratt & Whitney R1340.
O motor funciona um cárter seco com bombas individuais e carburadores SU.

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