sábado, 22 de dezembro de 2018

Boas Festas


"It's been a long hard day 
And a long hard night 
Been a hard year 
Its been a hard life 
BUT WE'RE TOGETHER 
And that's all that matters now"




Nós de Lord of Motors desejamos a todos um Natal de PAZ, 
e que em 2019 todos nós consigamos viver em HARMONIA.

Porque foi um ano duro,
mas estamos juntos,
e isso é o que importa agora.

Um abraço do 

Lord

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

NOVOS BONÉS LORD OF MOTORS




Chegaram os novos bonés trucker
LORD OF MOTORS

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ARE YOU READY FOR 2019?




quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

"Centauro" - José Saramago





O cavalo parou. Os cascos sem ferraduras firmaram-se nas pedras redondas e resvaladiças que cobriam o fundo quase seco do rio. O homem afastou com as mãos, cautelosamente, os ramos espinhosos que lhe tapavam a visão para o lado da planície. Amanhecia já. Ao longe, onde as terras subiam, primeiro em suave encosta, como tinha lembrança se eram ali iguais à passagem por onde descera muito ao norte, depois abruptamente rasgadas por um espinhaço basáltico que se erguia em muralha vertical, havia umas casas àquela distância baixíssimas, rasteiras, e umas luzes que pareciam estrelas. Sobre a montanha, que barrava todo o horizonte daquele lado, via-se uma linha luminosa, como se uma pincelada subtil tivesse percorrido os cimos, e, húmida, aos poucos se derramasse pela vertente. Dali viria o sol. O homem largou os ramos com um movimento descuidado e arranhou-se: soltou um ronco inarticulado e levou o dedo à boca para chupar o sangue. O cavalo recuou batendo as patas, varreu com a cauda as ervas altas que absorviam os restos da humidade ainda conservada na margem do rio pelo abrigo que os ramos pendentes faziam, cortina àquela hora negra. O rio estava reduzido ao fio de água que corria na parte mais funda do leito, entre pedras, de longe em longe aberta em charcos onde sobreviviam e ansiavam peixes. Havia no ar uma humidade que prenunciava chuva, tempestade, decerto não nesse dia, mas no outro, ou passados três sóis, ou na próxima lua. Muito lentamente, o céu aclarava. Era tempo de procurar um esconderijo, para descansar e dormir.


O cavalo teve sede. Aproximou-se da corrente de água, que estava como parada sob a chapa da noite, e quando as patas da frente sentiram a frescura líquida, deitou-se no chão, de lado. O homem, com o ombro assente na areia áspera, bebeu longamente, embora não tivesse sede. Por cima do homem e do cavalo, a parte ainda escura do céu rodava devagar, arrastando atrás de si uma luz pálida, apenas por enquanto amarelada, primeiro e, se não conhecido, enganador anúncio do carmim e do vermelho que depois explodiriam por cima da montanha, como em tantas outras montanhas de tão diferentes lugares vira acontecer ou ao rés das planícies. O cavalo e o homem levantaram-se. Em frente estava a espessa barreira das árvores, com defesas de silvados entre os troncos. No alto dos ramos já piavam pássaros. O cavalo atravessou o leito do rio num trote inseguro e quis romper a direito pelo emaranhado vegetal, mas o homem preferia uma passagem mais fácil. Com o tempo, e tivera muito e muito tempo para isso, aprendera os modos de moderar a impaciência animal, algumas vezes opondo-se a ela com uma violência que eclodia e prosseguia toda no seu cérebro, ou porventura num ponto qualquer do corpo onde se entrechocavam as ordens que do mesmo cérebro partiam e os instintos obscuros alimentados talvez entre os flancos, onde a pele era negra; outras vezes cedia, desatento, a pensar noutras coisas, coisas que eram sim deste mundo físico em que estava, mas não deste tempo. O cansaço tornara o cavalo nervoso: a pele estremecia como se quisesse sacudir um tavão frenético e sequioso de sangue, e os movimentos das patas multiplicavam-se desnecessários e ainda mais fatigantes. Seria uma imprudência tentar abrir caminho através do entrelaçado das silvas. Havia demasiadas cicatrizes no pêlo branco do cavalo. Uma delas, muito antiga, traçava na garupa um rasto largo, oblíquo. Quando o sol batia forte, de chapa, ou quando, pelo contrário, o frio arrepanhava e eriçava o pêlo, era como se ali, faixa sensível e desprotegida, assentasse incandescente um fio de espada. Apesar de muito bem saber que nada iria encontrar a não ser uma cicatriz maior do que as outras, o homem, nessas ocasiões, torcia o tronco e olhava para trás, como para o fim do mundo.

PARA LER O TEXTO COMPLETO CLIQUE AQUI


 – José Saramago, conto ‘Centauro’. do livro “Objecto quase”. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.




quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Inteligência Artificial para quem?




Inteligência Artificial para quem?

 Por Hazel Henderson | Tradução: Marianna Braghini



 Os humanos estamos no absurdo estágio em nossa evolução tecnológico em que parece que abandonamos nosso bom senso. Bilhões são gastos por governos, corporações e investidores no treino de algoritmos de computadores (ou seja, programas de computador) na atual e insana corrida para criar as chamadas inteligências “artificiais”, largamente anunciadas como “AI”. Enquanto isso, o treinamento de nossas crianças e seus cérebros (já superiores aos algoritmos de computador) é sub-financiado; as escolas estão dilapidadas, instaladas em condições precárias, frequentemente em áreas poluídas enquanto os professores são mal pagos e precisam de maior respeito. Como nossas prioridades tornaram-se tão enviesadas?

 Na realidade, não há nada de artificial nos algoritmos ou sua inteligência: o termo AI é uma mistificação! O termo que descreve a realidade é “Aprendizado de máquina treinadas por humanos”, na atual e insana luta para treinar estes algoritmos a mimetizar inteligência humana e funcionamento cerebral. Na revista de tecnologia Wired, de outubro de 2018, uma cientista pioneira da computação, Fei-Fei LI, palestra numa audiência do Congresso dos EUA e sublinha esta verdade. Ela diz que “humanos treinam estes algorítmos” e fala a respeito dos erros horrendos que estas máquinas fazem ao “des-identificar” pessoas. Emprega o termo “entra preconceito – sai preconceito” [bias in – bias out], para atualizar o velho ditado de computadores, “entra lixo – sai lixo” [garbage in – garbage out].

 A professora LI descreveu como estamos cedendo nossa autoridade a estes algoritmos para julgar quem é contratado, quem irá para a prisão, quem pode conseguir um empréstimo, uma hipoteca ou boas taxas de seguro — e como estas máquinas codificam nosso comportamento, mudam as regras e nossas vidas. Li está agora de volta à Universidade de Stanford, depois de passar um tempo como especialista em ética na Google, e lançou uma fundação para promover a verdade sobre AI, já que ela própria sente-se responsável por seu papel, ao inventar alguns destes algoritmos. Celebrada como uma pioneira neste campo, LI diz que “Não há nada de artificial na AI. Ela é inspirada por pessoas, é criada por pessoas e — mais importante — ela impacta pessoas”.

 Como as mega empresas de tecnologia invadem nossa cultura e programas, no mundo inteiro, com seus valores de curto-prazismo e obcecados por dinheiro? A lógica parace ser: “mova-se rápido e quebre as coisas”; rompa os atuais sistemas; corra para multiplicar e sacar dinheiro, por meio de uma oferta pública de ações na Bolsa (IPO). Estes valores são discutidos por duas figuras do meio, em detalhes chocantes. Antonio G. Martinez escreveu “Chaos Monkeys” (2016); Emily Chang, da Bloomberg, em “Brotopia” (2018). Estes autores explicam em profundidade como o treinamento destes algoritmos está tão errado, pois subconscientemente mimetiza empreendedores — principalmente homens, misóginos, frequentemente brancos, e suas tecnologias, monopolizados por um viés mercadológico e suas fantasias quase sempre adolescentes e ultra-liberais.

 Descrevo todas estas questões com a tomada, pela Inteligência Artificial, de múltiplos setores econômicos — desde a indústria, transporte, educação, comércio, mídia, lei, medicina, agricultura, aos bancos, agências de seguro e de financiamento. Enquanto muitos destes setores tornaram-se mais eficientes e lucráveis para seus acionistas, minha conclusão em “The Idiocy of Things”, critica a conexão de todos os eletrodomésticos nas chamadas smart homes como nociva e como invasão de privacidade. Apelo para que os humanos reassumam o controle dos computadores e setores da Ciênca da Informação. Estão super-financiados e super-remunerados. Focam-se, muito frequentemente, em eficiência corporativa e redução de custos, dirigidos pelas taxas de lucro exigidas por Wall Street.

 Reivindico uma extensão da legislação inglesa, datada de 1215, que instituiu o “habeas corpus”, afirmando que humanos são donos de seus próprios corpos. Esta extensão deveria abranger a posse de nossos cérebros e toda a informação que geramos, em um atualizado “habeas corpus de informação”. Desde maio de 2018, a legislação europeia ratificou isso com a General Data Protection Regulation (Regulação para Proteção Geral dos Dados, ou GDPR, em inglês). Ela busca assegurar que os indivíduos, ao usar plataformas de redes sociais, ou qualquer outro sistema social, detenham efetivamente a propriedade de todos seus dados pessoais.

 Nesse sentido, algumas leis estão começando a enfrentar o uso desumano de seres humanos, que emprega nossas habilidades, adquiridas com esforço, para treinar algoritmos que depois nos substituem! Em seguida, os treinadores dos algoritmos de computador empregam pessoas desempregadas, forçadas a sobreviver na “economia de bicos”, em sites como o Mechanical Turk e Task Rabbit, e pagam o mínimo para a alimentação de dados que treinam estes algoritmos!

 O cientista Jaron Lanier, em “Ten Arguments for Deleting Your Social Media Accounts Now” [“Dez argumentos para deletar suas contas nas redes sociais agora”], de 2018, mostra como estas redes estão nos manipulando com algoritmos para arquitetar mudanças em nosso comportamento. Chamam nossa atenção com clickbaits e conteúdos que estimulam nossas emoções, medos e raiva, explorando algumas divisões de nossa sociedade para nos manter em seus sites. Isso ajuda a dirigir anúncios de venda, seus gigantescos lucros, em veloz crescimento global. É hora de repensar tudo isso, para além dos lúgubres alarmes feitos por Bill Gates, Elon Musk e o falecido Stephen Hawking. Segundo estes, os algoritmos, que estamos treinando, em breve assumirão o controle e poderão nos ferir e matar, como fez HAL no filme “2001”.

 Por que, então, gastamos montanhas de dinheiro para treinar máquinas enquanto sub-investimos em nossas crianças, professores e escolas? Treinar o cérebro das crianças deve se tornar prioridade! Em vez de treinar máquinas para sequestrar nossa atenção e vender nossos dados pessoais para marketeiros em troca de lucro, deveríamos reorientar nossos fundos e triplicar os esforços para treinar e pagar professores, melhorar escolas e currículos pedagógicos incluindo cursos de responsabilidade civil, justiça, valores comunitários, liberdade mediante “habeas corpus” (mulheres também são donas de seus próprios corpos!) e como ética e confiança são a base de todos os mercados e sociedades.

 Por que fazer esforços muito dispendiosos para aumentar a capacidade de aprendizagem das máquinas? Por que ensinar algoritmos a reconhecer faces humanas, guiar drones assassinos, falsificar imagens de vídeo e modificar ainda mais nosso comportamento e capturar nosso olhar com clickbaits, planejando e distribuindo conteúdo que enraivece e indigna — apronfundando a divisão entre os seres humanos e desmantelando as democracias?

 Precisamos enfrentar as ambições de Big Brother dos novos oligopólios tecnológicos. Como um sábio cientista da NASA nos lembrou em 1965 sobre os valores humanos, seguindo “O Uso Humano dos Seres Humanos” (1950) de Norbert Weiner: “O Humano (sic) é o sistema de computador de menor custo, não-linear, capaz de servir a todos os propósitos; e pode ser produzido em massa, por trabalho não qualificado”.

  É tempo de bom senso!


Fonte: https://outraspalavras.net/

sábado, 10 de novembro de 2018

Have you ever been to Electric Ladyland?






"Have you ever been to Electric Ladyland? 
The magic carpet waits for you so don't you be late 
Oh, I want to show you the different emotions 
I want to run to the sounds and motions 
Electric woman waits for you and me 
So it's time we take a ride, 
we can cast all of your hang-ups over the seaside 
While we fly right over the love-filled sea 
Look up ahead, 
I see the loveland, 
soon you'll understand." 

Electric Ladyland - Jimi Hendrix




She's coming.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

"I´m a Bad Luck Woman"






"Memphis Minnie foi uma guitarrista, cantora e compositora de Blues, norte-americana, cuja carreira de gravação durou dos anos 1920 a 1950. E é uma das minhas referências entre as mulheres do Blues."





Geringonças históricas - Curtiss V8 Motorcycle.





Em 1907 Glen Curtiss instalou um motor V8 de 4000cc (269cu), destinado à aviação, numa motocicleta, e bateu o record de velocidade da época, atingindo 136,27 milhas por hora (quase 220 km/h!!!).

Imagina segurar essa trozoba a 220!







domingo, 7 de outubro de 2018

All he wanted, was to be free





All he wanted, was to be free, 
And that's the way, it turned out to be. 
Flow, river flow, 
let your waters wash down, 
Take me from this road, 
to some other town.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Criolo - BOCA DE LOBO






Agora, entre meu ser e o ser alheio, a linha de fronteira se rompeu 
 Aonde a pele preta possa incomodar 
Um litro de Pinho Sol pra um preto rodar 
Pegar tuberculose na cadeia faz chorar 
Aqui a lei dá exemplo: mais um preto pra matar 
Colei num mercadinho dum bairro que se diz pá 
Só foi meu pai encostar pros radin tudin inflamar 
Meu coroa é folgado das Barra do Ceará 
Tem um lirismo bom lá, louco pra trabaiar 
Num toque de tela, um mundo à sua mão 
E no porão da alma, uma escada pra solidão 
Via satélite, via satélite 15% é Google, o resto é deep web 
Na guerra do tráfico, perdemo vários ente 
Plano de saúde de pobre, fi, é não ficar doente 
Está por vir, um louco está por vir 
Shimigami, deus da morte, um louco está por vir 
Véio, preto, cabelo crespo 
Made in Favela é aforismo pra respeito 
Mondubim, Messejana, Grajaú, aqui é sem fama 
Nos ensinamentos de Oxalá, isso é bacana 
Na porta do cursinho, sim, docim de campana 
LSD, me envolver, tem a manha 
Diz que é contra o tráfico e adora todas as crianças 
Só te vejo na biqueira, o ativista da semana 
 La La Land é o caralho, SP é Glorialândia 
Novo herói da Disney é Craquinho, da Cracolândia 
Máfia é máfia e o argumento é mandar grana 
Em pleno carnaval, fazer nevar em Copacabana 
1 por rancor, 
2 por dinheiro 
3 por dinheiro, 
4 por dinheiro 
5 por ódio, 
6 por desespero 
7 pra quebrar a tua cabeça num bueiro 
Enquanto isso a elite aplaude seus heróis 
Pacote de Seven Boys 
Nem Pablo Escobar, nem Pablo Neruda 
Já faz tempo que São Paulo borda a morte na minha nuca 
A pauta dessa mesa coroné manda anotar 
Esse ano tem massacre pior que de Carajá 
Ponto 40 rasga aço de arrombar 
Só não mata mais que a frieza do teu olhar 
Feito rosa de sal topázio, és minha flecha de cravo 
Um coração que cai rasgado nas duna do Ceará 
Albert Camus, Dalai Lama 
A nós ração humana, Spock, pinça vulcana 
Clarice já disse, o verbo é falha e a discrepância 
É que o diamante de Miami vem com sangue de Ruanda 
Poder economicon, cocaine no helicopteron 
Salário de um professor: microscópicon 
Papiro de papel próprio, letra com sangue no olho de Hórus 
É que a industria da desgraça pro governo é um bom negócio 
Vende mais remédio, vende mais consórcio 
Vende até a mãe, dependendo do negócio 
Montesquieu padece, lotearam a sua fé 
Rap não é um prato onde cê estica o que cê quer 
É a caspa do capeta, é o medo que alimenta a besta 
Se três poder virar balcão, governo vira biqueira 
Olhe, essa é a máquina de matar pobre 
No Brasil, quem tem opinião, morre 
 La La Land é o caralho, SP é Glorialândia 
Novo herói da Disney é Craquinho, da Cracolândia 
Máfia é máfia e o argumento é mandar grana 
Em pleno carnaval, fazer nevar em Copacabana 
1 por rancor,
2 por dinheiro 
3 por dinheiro, 
4 por dinheiro 
5 por ódio, 
6 por desespero 
7 pra quebrar a tua cabeça num bueiro 
Enquanto isso a elite aplaude seus heróis 
Pacote de Seven Boys


sábado, 15 de setembro de 2018

Buk.




"Tenho lido os filósofos. São uns caras realmente estranhos, engraçados e loucos. Jogadores. 

Descartes veio e disse: é pura bobagem o que esses caras estão falando. Disse que a matemática era o modelo da verdade absoluta e óbvia. Mecanismo. 

Então, Hume veio com seu ataque à validade do conhecimento científico causal. 

E depois veio Kierkegaard: “Enfio meu dedo na existência – não tem cheiro de nada. Onde estou?”. 

E depois veio Sartre, que sustentava que a existência é absurda. 

Adoro esses caras. Embalam o mundo. 

Será que tinham dor de cabeça por pensar dessa forma? Será que uma torrente de escuridão rugia entre seus dentes? 

Quando você pega homens como esses e os compara aos homens que vejo caminhando nas ruas ou comendo em cafés ou aparecendo na tela da TV, a diferença é tão grande que alguma coisa se contorce dentro de mim, me chutando as tripas. 

(...) 

O que é terrível não é a morte, mas as vidas que as pessoas levam ou não levam até a sua morte. Não reverenciam suas próprias vidas, mijam em suas vidas. Concentram-se demais em foder, cinema, dinheiro, família, foder. 

Suas mentes estão cheias de algodão. 

Engolem Deus sem pensar, engolem o país sem pensar. 
Esquecem logo como pensar, deixam que os outros pensem por elas. 

Seus cérebros estão entupidos de algodão. 

São feios, falam feio, caminham feio. 

Toque para elas a maior música de todos os tempos e elas não conseguem ouvi-la. 

A maioria das mortes das pessoas é uma empulhação. Não sobra nada para morrer."


" Bukowski, in: O capitão saiu para o almoço e os marinheiros tomaram conta do navio."

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Gunsmoke blues - Muddy Waters, Big Mama Thornton, Big Joe Turner, George "Harmonica" Smith





During a production hiatus of the popular TV Show "Gunsmoke", the film crew decided to take off and film a barnstorming blues revue making it’s way across the country and they ended up in Eugene, OR with cameras rolling to film Muddy Waters, Big Mama Thornton, Big Joe Turner and George "Harmonica" Smith as they performed in a music hall. 

Date: October 20, 1971.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Harley Davidson FXDR 2019

A Harley Davidson divulgou hoje a nova FXDR para 2019.











Tipo uma FXR. Mas nada a ver.

Eu quando vejo uma moto dessas, penso logo em como mexer.
Depeno ela mentalmente e vejo o que tem por baixo.

E confesso que gostei pra caramba das linhas dela.

Fora que deve ser um canhão. E foi pensada pra andar forte.





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